É comum observarmos a atenção que as pessoas usuárias de uma língua têm de registrar quando alguém "erra" ao falar ou ao escrever as palavras. Na Língua Portuguesa não é diferente. A observação dos "erros" cometidos por outrem é constante. E com o sucesso dos blogs na região, o que mais se vê é aqui e ali os blogueiros se desviarem da chamada "norma culta" ou "dialeto padrão". Este último termo mais usado por linguístas atuais.
Pois bem, a verdade é que temos muito o que aprender sobre o uso da língua. Esta, após estudos linguísticos alavancados a partir da década de 1960, não pode mais ser entendida como um fenômeno uniforme, ou seja, que funciona bem somente de uma maneira, como é o caso de se acreditar que somente a norma culta está correta. A partir desses estudos, avaliou-se que a língua é diversa, tem variações que ocorrem de formas específicas a cada região, de acordo com a evolução histórico-cultural da língua, do uso das palavras, além disso, há também uma diversidade de situações comunicativas, nas quais esta língua pode ser usada da forma adequada a cada uma delas.
Alguns estudiosos afirmam que não é possível usar a "norma culta" o tempo todo porque esta é apenas uma norma adequada a algumas situações comunicativas, não todas. E mesmo que fosse, a língua real, aquela que está presente no processo interativo das pessoas no cotidiano nunca, jamais esteve nem mesmo aproximada da norma culta.
Exsite um brasileiro, estudioso em linguística que trata muito bem do assunto. Tem dedicado a sua vida acadêmica ais estudos sobre variação linguística no Brasil e em suas teses tem defendido a idealização de uma língua especificamente brasileira, pois diz que aqui falamos e escrevemos o "brasileiro". Este também tem lutado, como autor de teorias linguísticas, por um ensino de língua que valorize o fenômeno da variação e afirma ser este um fenômeno que tem explicações científicas em qualquer das suas manifestações.
Encontramos um artigo que revela muito do que escrevemos no seu site: www.marcosbagno.com.br, onde ele deixa à disposição seus textos e a indicação dos seus livros, todos tratando de temas referentes aos fenômenos linguísticos que envolvem a variação e ás atitudes preconceituosas que aspessoas tomam contra qulaquer manifestação de variantes. Muitas vezes essas atitudes são tomadas justamente pela falta de conhecimentos sobre a diversidade de uma língua.
Agradeço de coração ao editor da Coluna Universo do JORNAL O MOSSOROENSE pela publicação do poema intitulado de "O Tempo Sangra" neste dia 30 de janeiro, domingo.
Sempre achei que algumas questões são muito difíceis de levar à discussão pública devido a crosta de ignorância e hipocrisia que enevoa o entendimento de parte da opinião pública brasileira. Falar sobre drogas, prostituição, sexualidade, aborto ou eutanásia, no Brasil, é uma tarefa difícil.
Sempre achei a ideia de que a maconha é proibida porque faz mal uma incoerência. Se tudo que “fizesse mal” fosse proibido não haveria redes de fast foods espalhadas em cada esquina e metade dos produtos que descansam nas prateleiras de nossos supermercados seriam proscritos.
Além do mais, em uma democracia não se pode criminalizar condutas com base na ideia de que elas “fazem mal”. John Stuart Mill, no século XIX, desenvolveu com muito cuidado o famoso “argumento do crime sem vítima”. Segundo essa leitura, só existe uma justificativa para se criminalizar uma conduta: que haja um agente ofensor e uma vítima legítima ofendida em seu direito. Para Mill não se poderia criminalizar a prostituição, o jogo ou o homossexualismo (na época dele relacionamentos homossexuais eram punidos com prisão na Inglaterra), porque, nos casos citados, o próprio agente seria vítima do seu próprio ato. Mill não estendeu esse argumento ao uso da maconha simplesmente pelo fato de que na sua época não havia crime em vender, transportar ou consumir a planta. Apesar disso se pode usar o argumento de Mill para o caso da descriminalização da erva, afinal, nesse caso, a vítima é o próprio agente do ato ofensivo.
Mill mostra que não se pode punir alguém por prejudicar a si mesmo. Se você quer se prostituir (e for maior de idade), fumar maconha, tomar cachaça, se entupir de gordura até estourar as veias, comprar bolsas Gucci ou assistir o programa do Ratinho, o problema é seu. Não haveria justificativa para o Estado proibir, nesse caso, suas escolhas. A mera condenação moral de um ato não seria justificativa suficiente para se criminalizar uma conduta.
Para se justificar a proibição da maconha em função de seu potencial dano, teria-se que demonstrar que o consumo de maconha produz dano à ordem pública causando prejuízo a terceiros, produzindo reações violentas ou desestabilizando a convivência social.
Ora, esse tipo de descrição pode se aplicar muito bem ao crack (que desestabiliza a percepção moral de seus usuários e produz uma dependência tão feroz que leva seus dependentes muitas vezes a cometer delitos bárbaros). Se pensarmos nas estatísticas da violência e dos acidentes de trânsito, teríamos que banir o álcool e não a maconha. Não se justifica permitir que o país seja movido a álcool e proibir o uso da maconha sob o argumento de que prejudica a “ordem pública”.
O argumento de que a maconha é a “porta de entrada para drogas mais pesadas”, também não é uma boa justificativa porque na maioria das vezes, um argumento desse tipo leva em conta apenas as drogas ilícitas. Se colocarmos o álcool e a nicotina na jogada a tal “porta de entrada” fica mais larga. Ora, se for assim, por que proibimos a maconha vendida nas farmácias até a década de trinta?
Existem algumas teorias que falam sobre a indústria do petróleo, que precisava vender derivados químicos para o tratamento do eucalipto (planta que substituiria a Canabis Sativa na produção de papel) e por isso pressionou o governo norte-americano a fazer uma campanha contra a planta construindo um sem-número de mitologias e estereótipos sobre seu uso. Eu não sei se essa tese se sustenta. Prefiro pensar que cada cultura tem sua droga particular. Para os cristãos, essa droga é o álcool, sangue do Cristo crucificado, presente do deus renascido dos antigos gregos, parte inerente da cultura europeia. O vinho e a cerveja, a despeito de toda desgraça que produzem, são nossos entorpecentes particulares, nosso combustível social, nosso pacote privado de loucura. O fumo, essa prática indígena, sarracena, oriental, não parece coadunar-se com os valores culturais e sociais de nosso “estrato civilizatório”. A marcha da maconha é longa. Ela está entre nós a milhares de anos e eu particularmente acredito que vai continuar por muitos séculos. Discutir seu uso, medicinal ou recreativo, não pode ser um exercício de hipocrisia moral, ou de fantasias ideológicas e religiosas por isso é preciso pensar na maconha e seu lugar no mundo dos homens longe da fumaça tóxica da ignorância e do preconceito.
Artigo de Pablo Capistrano
Publicado no Jornal o Mossoroense em 05 de agosto de 2010.
A palavra para verdadeira cidadania é: PARTICIPAÇÃO!
O Brasil nunca teve uma Constituição tão bela, nunca tantos direitos humanos universais foram previstos em normas nacionais, mas também nunca houve tantas violações, pois o direito existe no papel e não é respeitado, deixando de ser uma realidade no dia-a-dia de cada um. O curioso é que ao lado dos direitos, das violações, ainda existem as ferramentas para torná-los reais, porém ao mesmo tempo as pessoas nunca foram tão omissas, esperando receber tudo nas mãos, como se participar, reivindicar, indignar-se, ir à luta, fosse um dever dos outros.
A cultura vigente parece ser: - QUERO RESPEITO AOS MEUS DIREITOS! Mas nada faz para que tal respeito vire realidade. Pessoas omissas, a espera de um milagre, NÃO SABEM QUE SEM SUA PARTICIPAÇÃO, SEM A SUA PARTE, NUNCA EXISTIRÁ DEMOCRACIA E A CIDADANIA NUNCA PASSARÁ DE UMA UTOPIA.
Cada um é protagonista da luta que dará a medida do índice de cidadania que terá em sua vida. E parte da cidadania que o outro está construindo, veja bem, CONSTRUINDO, não esperando olhando para cima.
Alguns exemplos em leis do dever do seu protagonismo, do seu direito e dever de participar, o que vale para vida profissional, social, pessoal:
Na Constituição Federal
Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:
Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.
Art. 206. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
VI - gestão democrática do ensino público, na forma da lei;
O mesmo previsto quanto a participar da preservação do meio-ambiente, do patrimônio histórico, da política do idoso, etc.
Artigo 1º da Lei Federal nº 9717/98
Art. 1º - VI - pleno acesso dos segurados às informações relativas à gestão do regime e participação de representantes dos servidores públicos e dos militares, ativos e inativos, nos colegiados e instâncias de decisão em que os seus interesses sejam objeto de discussão e deliberação;
Na Filosofia
“ É reprovável para o ser humano importunar os deuses com muitas súplicas.”
(Sêneca – Pensador Estóico Romano)
“ A vida e a liberdade, só as merece aquele que sem cessar tem de conquistá-la.”
(Rudolf Von Ihering – Jurista Alemão)
“ Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar, para atravessar o rio da vida. Ninguém, exceto tu, só tu.”
(Friedrich Nietzsche – Filósofo alemão)
Até que o sol não brilhe, acendamos uma vela na escuridão.
O ser humano tem de se inventar todos os dias, não é nada mais do que aquilo que faz a si próprio. O ser humano está condenado a ser livre.
(Jean Paul Sarte – Filósofo Francês)
Encerro meu artigo com uma poesia de Maiakovsky, concluindo que o brilho deve começar com sua luta, tem que ser primeiro, de dentro para fora. Há mel na colméia, ela é doce. MAS FRUTO DO TRABALHO DE TODOS, DA PARTICIPAÇÃO. Ai de quem esperar do Estado, seja Poder Executivo, Seja Legislativo, Seja Juidiciário a plena realização da cidadania. Pior ainda quem esperar que os deuses realizem seus sonhos. À LUTA, POIS!
Brilhar para sempre,
brilhar como um farol,
brilhar com brilho eterno,
gente é para brilhar,
que tudo mais vá para o inferno,
este é o meu slogan
e o do sol.
Realmente a luta é o primeiro passo da participação, principalmente no Brasil, um país que carrega na sua história processos ditatórios vividos de forma explícita e implícita. Agora, essa luta não deve se limitar à participação em siglas partidárias, que na maioria das vezes têm uma filosofia totalmente desvirtuada da CIDADANIA.
A eleição para prefeito em 2012 é o assunto mais badalado nos blogs apodienses. Isso tem provocado a manifestação da opinião de algumas pessoas que, sendo e-leitores e mesmo sendo também responsáveis por votar em alguém no dia da eleição, dizem frases do tipo: "eu tenho nojo de política" ou "esse povo só fala em política". Bem, as opiniões são aceitáveis, desde que pensemos em um conceito restrito de política, iu seja, que se limite a compreensão do que seja política ao simples ato eleitoral.
Graças a muitas coisas, mas principalmente a Deus, política não se restringe a isso, é algo mais amplo, mais completo e que atinge em cheio as nossas vidas se não tivermos o cuidado de estar por dentro e de dicuti-la de uma forma participativa da sociedade.
Eu, porém, me reservo ao direito de opinar:
As discussões feitas nos blogs, em sua grande maioria são sensacionalistas e entram na defesa deste ou aquele político. Disso não tenho dúvidas. Tanto que, os blogueiros se acham no direito usar comentários de forma distorcida para veicular matérias a favor dos grupos que eles simpatizam. Não queria ter esta oponião, mas infelizmente ela foi formada quando fui vítima de um fato deste tipo. Pelo simples fato do moderador do blog me conhecer e saber que eu votei nas últimas eleições em um tal candidato, ao moderar um comentário meu em seu blog, logo interpretou e postou tal comentário como se fosse um defesa a um grupo político, quando na verdade os meus questionamentos foram lançados justamente contrários às formas de abordagem em que estão sendo discutidos os temas referentes à eleição na nossa cidade. Acho que as pessoas que realmente sabem fazer uma leitura crítica dos fatos jamais compreenderam da forma que o blogueiro compreendeu e publicou, coisa que me aborreceu muito pelos comentários que foram postados a respeito do que escrevi, que na verdade nem eram coerentes com o que estava escrito.
Ora, fui até tachada de anti-ética porque fiz alguns questionamentos direcionados a um rapaz que ultimamente, na minha opinião tem se revelado não como uma pessoa que atua com senso crítico, mas com a impetuosidade de um defensor de grupos políticos. Mas, como forma de demonstar que minha oponião não foi o que comentaram. Vou republicar os dois textos: a matéria que comentei e o meu comentário, e quem quiser pode observar e ver como a distorção aconteceu.
MATÉRIA PUBLICADA
Mais uma vez, enganos e muita gente se iludindo.
Quem não se lembra que o jantar da nova geração previsto para o dia 17 de dezembro foi adiado com respaudo que o Deputado mais votado de Apodi, Fábio Faria e o vice-governador Robson viessem a Apodi, e hoje soube que só o deputado Getulio Rêgo apareçeu, diante de muita insistência, mentiras por cima de mentiras, e isso está trazendo o que? qual a vantagem, crescer em cima dos outros é isso।
Ora, está na hora de parar com essa ''baboseira", agora quem pergunta é esse blogueiro já que a nova geração julga ao extremo os nossos políticos Apodienses por apoiarem forasteiros e eles votaram em Fábio Faria, que é de fora e que até agora nada trouxe a nossa cidade।
Se eles fossem tão dignos e puros como pregam, teriam apoiado Canindé de França um dos lideres do PCdoB no RN, esse discurso demagogo não é pra sempre um dia acaba, os integrantes da nova geração foram "Pinheiristas" a três anos atrás e hoje falam mal do ex-prefeito।
Uma série de coisas que acabam confundindo muita gente, a maioria analfabetos políticos iludidos com o paraíso que na verdade é utópico.
O povo, aquele povo que necessita urgentemente ser atendida na saúde, educação, limpeza pública, emprego, universidades, praça de evento, área de lazer, esporte, etc। Não somente precisa dessa frase em mente, mas da atitude política e de cidadania que nela está inclusa para poder ver surtir algum efeito de mudança na política de Apodi.
Quanto à matéria de João Paulo, algumas indagações ficaram "futucando" meus neurônios:
1) Quem é o rapaz e qual grupo ele defende?
2) Será que o seu ataque está mesmo sendo direcionado ao alvo correto?
3) O grupo que ele defende já fez ou faz parte dos poderes executivos ou legislativo municipal?
4) Ele escreveu a matéria de graça?
5) Será que ele tem a sugestão de algum grupo político em Apodi, diferente da tal "Nova Geração" e, principalmente que não tenha se vendido aos superiores oligárquicos?
Em Apodi, existem muitas incógnitas quando se trata de política e não dá para confiar nesses grupos, que ora se forma e claramente se observa:
Quando não a fome pelo poder, a simples intenção de se apresentar idôneo, inocente, disposto a lutar pelo povo sem nenhuma referência com respeito a isso. Muitas vezes, tem apenas uma pessoa no grupo que fez um trabalho assistencialista (isto é o que deveria ser chamado de demagogia) usando o que já é público e dizendo que fez "ALGO" pelo povo.
SERÁ QUE NÃO TEMOS AINDA EM QUEM VOTAR?
A matéria do rapaz não me convence, muito menos me persuade a ter uma visão de que exista diferenças entre os grupos políticos de Apodi.
É POR ISSO QUE ESSE TIPO DE "POLÍTICA" (OU SERÁ POLITICAGEM?) TÁ DANDO NOJO.
IMAGINE AÍ SE A URNA FALASSE NO MOMENTO DO POVO VOTAR?
No dia 11 de Agosto do ano de 2010 serão realizadas na cidade de Apodi, mais precisamente na Escola Estadual Gerson Lopes e no Circo Cultural armado em frente a este estabelecimento de ensino, atividades culturais e serviços prestados à comunidade, referentes ao Projeto Amigos da Escola. Tal projeto foi lançado em 1999 pela Rede Globo de Televisão, como parte das comemorações dos 500 anos do Descobrimento do Brasil, em parceria com a Comunidade Solidária, órgão presidido pela então primeira dama do país, professora Doutora Ruth Cardoso, com apoio da Secretaria de Turismo da Bahia, Petrobrás, Telemar e Banco Itaú, entre outras organizações. Destacou-se pela magnitude da campanha televisiva, incluindo também outros veículos de comunicação, vinculados a essa emissora, como o Portal Globo, jornais e revistas.
É, portanto, um projeto amplo que atua há 11 anos e tem como objetivo promover o fortalecimento e a interação entre a escola e a comunidade, por meio do incentivo ao trabalho voluntário. O Intuito é desenvolver ações que sejam eficazes e despertem a importância da parceria entre os segmentos sociais e a escola, para a prática do processo de construção da cidadania.
Este ano está sendo lançado no município de Apodi/RN. A iniciativa é da Secretaria Municipal de Educação e 13ª Regional de Educação (13ª DIRED – Apodi/RN) em parceria com a Secretaria de Estado da Educação e da Cultura (SEEC), escolas e demais órgãos e secretarias municipais e estaduais, além dos parceiros que pertencem a Instituições Filantrópicas, Ongs e empresas privadas. Entre estes estão: A Rede Globo e Afiliadas (Inter TV Cabugi), UNDIME, CONSED, UNICEF, SEJUC, Projeto Faça Parte, Conselho Tutelar, Grupo de Desbravadores, Escoteiros, Ordem Demolay, Sport Center, Magazine Almeida, Refrigerantes Forró, Cristalina do Oeste, Eletrochic, Studio Dok Sales, Eletro Siarom, Livraria Independência (Mossoró) Rádios AM e FM, Polícia Militar (3ª CIA – 2º Batalhão), Droga Center, Auto Escola Apodi, Casa dos Ferros, BJ Materiais de Construção, Banco do Brasil, Geruza Confecções, Detalhe Serigrafia, Somatex, Livraria Asa Branca e Brilhantes Variedades.
A programação que dará conta das ações do “Amigos da Escola”, que este ano trabalha a temática “Minha Escola – Minha Comunidade, será composta de apresentações culturais realizadas por alunos das escolas que participam do evento, caminhada com saída do Núcleo da UERN às 7:30, Oficinas de Artesanato, Exposição de Projetos Educativos, Atendimento ao Público com Serviços Básicos de Saúde (exames, consultas, pressão arterial, etc.) e Embelezamento Pessoal (corte de cabelos, escova, unhas). As ações serão desenvolvidas durante todo o dia.
Era uma vez, em um país muito muito longe uma linda flor. Era grande porque seu Criador queria vê-la bem lá do alto dos seus céus. Suas pétalas eram numerosissimas e amarelas como os raios do sol. Seu coração era escuro como a noite. Era um girassol. Um dia o vento arrancou-a da terra porque Deus tinha pensado, para aquela flor, em algo muito especial. Colocou-a em um campo distante, muito distante. A flor se sentia longe de casa mesmo se estava rodeada de lindas rosas, lírios…Mas o Eterno Pai entendeu, viu um pontinho luminoso e raptou-o do céu. O pontinho era pequenino e não iluminava tanto, mas quando viu a flor se iluminou sempre mais porque se apaixonou por ela. Desde aquele dia o girassol e o pontinho não se deixaram mais… Seu Criador os colocou nos seus campos originais… Estavam novamente distantes, mas o amor que um sentia pelo outro os mantinha sempre unidos. Muitos não entendem este sentimento, e ás vezes nem eles dois entendem, mas não se preocupam! Eles amam e se amam.” (S.B.)
Minha singela homenagem a uma pessoa que via em seus olhos a alegria pela consciência limpa de fazer o trabalho de policial honesto.
ADEUS LUCIANO
JOSÉ LUCIANO (policial morto no Bairro de Felipe Camarão no dia 27 de abril de 2010)
Conheci Luciano enquanto ele trabalhava como policial civil da delegacia de Apodi. Um excelente profissional. O que tenho a dizer dele é que transmitia em seu semblante o caráter de policial honesto e de um profissional comprometido com a missão de defender a sociedade. Talvez tenha sido até mal entendido quando aqui trabalhava, justamente por deixar evidente sua filosofia policial. Mas, foi esta característica que fez com que me aproximasse dele e lhe recebesse de alma limpa para, um dia nos tornarmos amigos. Era um excelente companheiro nas suas horas de lazer. Quantas vezes não nos divertimos juntos, em Apodi, em Natal. Foram momentos em que tivemos oportunidade de vivenciar muitas alegrias. Em todos, ele sempre demonstrava a sua valorização pela humildade e honestidade.
A foto acima foi tirada num desses momentos. Acho que no mês de dezembro de 2009.
SUA VIDA FOI ENCERRADA, MAS A SUA MARCA DE AMIZADE JAMAIS SERÁ ESQUECIDA.
Lendo o blog do meu amigo Diassis, o tão conhecido apodibaixodopano, tive a oportunidade de tomar conhecimento dos indícios de irregularidade na execução do programa de formação para professores o PLATAFORMA FREIRE na cidade de Apodi.
Ora, tal programa faz parte da já limitada política de valorização ao magistério implantada pelo Ministério da Educação e da Cultura (MEC) e é destinado àqueles professores que ainda não têm a formação superior adequada para a função letiva que executa na sala de aula.
Isso significa dizer que, um professor ou uma professora que está em sala de aula da Educação Infantil ou Ensino Fundamental até o 5º ano e que ainda não tenha o diploma do curso de Licenciatura Plena em Pedagogia, terá oportunidade de adquirir, estudando pelo Programa Plataforma Freire que oferece tal curso,dentre outros com condições distintas de participação.
Segundo o blog apodibaixodopano estaria há indícios de irregularidades em Apodi e a desconfiança é de que funcionários que não estão em sala de aula estão sendo beneficiados. Sendo assim, cadavez mais fica difícil alguma mudança concreta na qualidade de ensino, já que o currículo do curso de Pedagogia é atualmente adequado às mudanças que necessitam ser feitas na prática do professor. Tal currículo oferece referenciais teóricos significativos que até podem despertar o senso crítico do professor para lutar pela sua valorização. E como é que se quer mudar a cara da formação educacional que aí está se o direito do professor que está em sala é negado e dado a outra pessoa que muitas vezes nem exerce seu trabalho?
Fica a pergunta no ar para quem tiver coragem responder. Eu não me arrisco porque senão vou ter que apontar uma extensa gama de consequências para as nossas crianças que estão na escola, para a prática em sala de aula e para os efeitos na sociedade.
Estamos num momento em que abre-se um leque extenso de discussões acerca da educação como o fator mais importante para o desenvolvimento de uma nação. No brasil, os debates teóricos e o planejamento de políticas públicas, desde o final da década de 90 têm se intensificado, embora muitas ações ainda estejam limitadas à distribuição de recursos e equipamentos para o funcionamento dos estabelecimentos de ensino. Falta, e esta é uma afirmação nacional, uma política séria de valorização à profissão de educador, o que acredita-se ser o passo imprescindível, no momento, para a consolidação da qualidade do ensino e da formação oferecida aos nossos alunos.
Sabe-se que quanto a isso já existe uma política, a Lei de implantação do piso nacional dos salários dos professores, porém são postas muitas dificuldades, tanto por prefeitos dos municípios quanto por governadores dos estados brasileiros para a ijmplantação deste,pois estão sempre argumentando que não há como pagar tal valor aos professores. O valor do piso em 2009 era de 950,00 , o qual foi reajustado em 2010 para R$ 1.132,40. A questão é que na maioria dos municípios e em alguns estados nem o piso de R$ 950,00 foi implantado.
Isso gera revolta nos educadores que ao invés de estarem nas salas de aula praticando ações para o ensino-aprendizagem estão nas ruas lutando pelos seus direitos já constuídos. Um exemplo disso é o município de Fortaleza que há dias deixa marcada em sua história mais uma greve geral de professores. O movimento comporta protestos, passeatas e caminhadas contra os prefeitos que ainda não tiveram o compromisso de implantar nos salários dos professores o valor do piso nacional.
Através de um comentário postado por uma das pessoas que apoiam o movimento indicando seu blog como fonte de informação do movimento no Ceará, tomei conhecimento dos acontecimentos em Fortaleza. O comentário foi postado pelo poeta, dramaturgo, cineasta e advogado especialista em Direito Constitucional Valdecy Alves, que por meio de seu blog divulga informações e deixa evidente seu apoio às lutas pelas causas da educação e dos educadores.
Foi neste blog que tamnbém tive a oportunidade de ler um poema de Valdecy Alves e achei muito interressante.opoema é uma paródia do tão conhecido "Soneto de Fidelidade" do grande e inesquecível Vinícius de Moraes. Para construir tal paródia, Valdecy se desculpa ao poeta saudoso dizendo:
Que me perdoe o grande poeta Vinicius de Moraes, a grande ousadia, de a partir de famoso soneto seu, de escrever o SONETO DA INFIDELIDADE dos prefeitos aos professores, dos prefeitos infieis à valorização dos profissionais da educação, dos prefeitos infieis à educação de qualidade.
Eis o soneto:
A todo professor sou desatento
Sempre, com zelo tal e tanto e tanto
Pois educar é o meu desencanto
Extinguir professor: meu pensamento!
Perseguirei a cada vão momento
Esteja onde estiver, qual seja o canto
Levarei cada um ao pior do pranto
Ao pior pesar, nenhum contentamento!
E assim mais tarde, quando me procure
Atrás do piso, dor de quem ensina
Da valorização que vou negar-te!
Do FUNDEB direi quanto à propina
Desvio não o total, posto que é parte
De toda corrupção, que sempre dure!
Comungo com a ideia de Valdecy questionando o seguinte:
Como é que professores mal pagos, revoltados e inseridos dentro de um grupo profissional desvalorizado podem prestar serviço de boa qualidade?
Os corruptos que se distorçam para responder, porque sei que os professores do Brasil têm todas as respostas na ponta da língua.
Há anos que a saída da Professora Raimunda Ferreira Freire (Mundinha) da 13ª DIRED é anunciada pelos boatos das ruas em Apodi. Mas agora quem espalhou conseguiu acertar. Ontem, o Diário Oficial do Estado publicou as resoluções: a primeira exonera Mundinha do cargo e a segunda nomeia a Professora Mara Marlizete a este cargo.
Fonte da foto: Blog Opinião do Oeste
Na oportunidade de escrever sobre o assunto, externo a satisfação de ter tido a oportunidade de como professora ter trabalhado com Mundinha, é uma excelente profissional e para mim não importa como educadora que sou se ela tem suas preferências políticas, eu também tenho as minhas. O trabalho, o exercício da profissão é mais importante do que qualquer preferência e isso Mundinha soube executar levando às escolas da jurisdição aquilo que tinha em mãos.ACREDITO QUE OS PROFESSORES E GESTORES TAMBÉM COMPARTILHAM COMIGO ACERCA DO TRABALHO DE MUNDINHA.
Fonte da foto: Notícias do RN
Quando à Professra Mara Marlizete, que agora assume o posto, pela observação do trabalho que fez enquanto Secretária Municipal de Educação em "administrações anteriores", tenho certeza que também fará um bom trabalho. PARABÉNS MARA, SEJA BEM VINDA!
Hoje é dia de se comemorar o "Descobrimento do Brasil". Mas, antes de qualquer comemoração é bom que tenhamos um tempinho para refletir sobre como e quem descobriu essas terras tão ricas e que parecem ser pobres pelo caráter social da população.
Segundo o Professor Ailton Lopes em seu site http://www.ailton.pro.br, tudo aconteceu mais ou menos assim:
No século XVI, baseando-se na mitologia do povo celta, o cartógrafo genovês Angel Dalorto desenhou uma ilha em um de seus mapas. A porção de terra cercada estava a oeste do sul da costa da Irlanda. Para o cartógrafo, era ali o lugar que São Brandão, um monge irlandês que se aventurou para o alto-mar no ano de 565, descreveu como a Terra Abençoada, onde havia abundância, clima ameno e igualdade entre seus habitantes. Curiosamente, no mapa de Dalorto essa ilha se chamava Ilha do Brasil. Portugal ameaçou enviar uma frota às terras descobertas por Colombo, e a Espanha lhe propôs discutir um acordo sobre as terras a descobrir. Essa foi a origem do Tratado de Tordesilhas (7 de junho de 1494).
Duarte Pacheco Pereira, nomeado Cavaleiro da Casa Real, participou como negociador português. Especialista em geografia e cosmografia, reivindicou para Portugal as terras que fossem descobertas a até 370 léguas a oeste de Cabo Verde. Historiadores sustentam a hipótese de Duarte Pacheco ter sido o verdadeiro "descobridor do Brasil", em 1498, viajando em segredo. O único registro desse feito é um trecho meio obscuro do livro Sobre os Mares do Mundo, escrito pelo próprio Pacheco entre 1505 e 1508. Nesse relato, ele conta que, em 1498, explorou a "parte ocidental" do Oceano Atlântico, encontrando "uma grande terra firme, com muitas ilhas adjacentes" e coberta de "muito e fino brasil". Isso reforça a tese de que a viagem de Pedro Álvares Cabral foi uma operação secreta arquitetada pela Coroa portuguesa, dois anos depois da verdadeira descoberta, para formalizar a posse das terras.
Em 26 de janeiro de 1500, o navegador espanhol Vicente Pinzón teria chegado a a um novo território no além-mar, desconhecido pelos reinos de Portugal e Espanha. Pinzón partiu em novembro de 1499 do Porto de Palos e, em sua jornada pelo Atlântico, passou pelas Ilhas Canárias e Cabo Verde. Veterano explorador que comandou a caravela Nina na descoberta da América, em 1492, Pinzón disse que, ao chegar à costa, identificou "um ponto escuro e depois um dorso de pedra, um promontório".
Ele seguiu viagem em direção ao norte, ao largo de um litoral com poucas baías seguras para ancoragem e desembarque. Quando enfim conseguiu chegar à terra, o espanhol e seus homens enfrentaram a fúria dos índios potiguares. "Mataram oito dos nossos soldados e mal houve um que não tivesse sido ferido", descreveu. O local seria Cabo de Santo Agostinho, no litoral pernambucano. Ele costeou o litoral até a foz do Rio Amazonas, descoberta por ele. Ali, encontrou-se com outro espanhol, Diego de Lepe, e juntos avançaram até o rio Oiapoque.
Esta é apenas uma das muitas deduções que os históriadores e pesquisadores fazem acerca da chegada dos europeus às nossas terras. Na verdade, o que mais fica esclarecido é que em todas as hipóteses que são consideradas, em todas as narrativas que os pesquisadores fazem descrição referente ao "descobrimento" há personagens que sempre aparecem, e são personagens humanos: os Índios. Por isso, não podemos considerar tanto a expressão "DECOBRIMENTO DO BRASIL".
Os nossos índios já estavam aqui, eles eram os donos das terras, elas já haviam sido descobertas. Porém, pode-se dizer que hoje, hipoteticamente, está completando 510 anos que os portugueses chegaram à costa brasileira e começaram a desenvolver estratégias que culminaram no domínio político e econômico por alguns séculos, e que a forma de desenvolvimento aplicada, talvez tenha sido inadequada, visto que mesmo sendo uma terra rica, até hoje, os aspectos socioeconômicos da nossa sociedade têm demonstrado o contrárrio. É isso!
MAS QUEM FOI ESSE HOMEM E O QUE FEZ ELE PARA MERECER UM FERIADO NACIONAL?
* Importante personagem da História do Brasil
* Líder da Inconfidência Mineira
O nome do líder da Inconfidência Mineira eraJoaquim José da Silva Xavier. Nasceu na Vila de São Jose Del Rei (atual cida de de Tiradentes Minas Gerais) em 1746, porém foi criado na cidade de Vila Rica (atual Ouro Preto).
Exerceu diversos trabalhos entre eles minerador e tropeiro. Tiradentes também foi alferes, fazendo parte do regimento militar dos Dragões de Minas Gerais.
Junto com vários integrantes da aristrocracia mineira, entre eles poetas e advogados, começa a fazer parte do movimento dos inconfidentes mineiros, cujo objetivo principal era conquistar a Independência do Brasil. Tiradentes era um excelente comunicador e orador. Sua capacidade de organização e liderança fez com que fosse o escolhido para liderar a Inconfidência Mineira. Em 1789, após ser delatado por Joaquim Silvério dos Reis, o movimento foi descoberto e interrompido pelas tropas oficiais. Os inconfidentes foram julgados em 1792. Alguns filhos da aristocracia ganharam penas mais brandas como, por exemplo, o açoite em praça pública ou o degredo.
Tiradentes, com poucas influências econômicas e políticas, foi condenado a forca. Foi executado em 21 de abril de 1792. Partes do seu corpo foram expostas em postes na estrada que ligava o Rio de Janeiro a Minas Gerais. Sua casa foi queimada e seus bens confiscados.
Tiradentes pode ser considerado um herói nacional. Lutou pela independência do Brasil, num período em que nosso país sofria o domínio e a exploração de Portugal. O Brasil não tinha uma constituição, direitos de desenvolver indústrias em seu território e o povo sofria com os altos impostos cobrados pela metrópole. Nas regiões mineradoras, o quinto (imposto pago sobre o ouro) e a derrama causavam revolta na população. O movimento da Inconfidência Mineira, liderado por Tiradentes, pretendia transformar o Brasil numa república independente de Portugal.
Fazia tempo que eu não me dedicava a escrever neste meu espaço, criado apenas para registrar muitos dos meus pontos de vista sobre a vida e os demais temas que a envolvem. Faço isto porque é uma das minhas atividades que me levam à uma viagem prazerosa.
Esclareço que durante o tempo que não escrevi no Portal das Letras Poty deixei minhas "marquinhas" argumentativas, descritivas ou narrativas em outros suportes textuais.
Só que hoje, especificamente neste momento surgiu-me a ideia de escrever justamente acerca de um assunto que tem sido alvo de muitas discussões. São muitos os pontos de vista acerca de assuntos que se referem à educação, ainda mais quando percebe-se que atualmente ela não tem muitos bons resultados, uma vez que a nossa sociedade a cada dia demonstra o despreparo de seus membros.
Mas, é bom que se observem os muitos aspectos que envovlem a formação humana. Somos uma espécie que sempre dependeu de aspectos históricos e culturais para poder tomar as atitudes e desenvolver as atividades sociais. Isto signifcia dizer que, as descobertas que vão sendo apontadas, os costumes, as culturas que vão sendo introduzidas a partir do conhecimento que é acumulado é o que rege as relações sociais e, portanto, é também o que rege as transformações que devem ser implementadas nos diversos campos que envolvem a vida humana em sociedade, em família, nas instituições...
Sendo assim, falar de educação nos dias atuais, significa falar de mudanças, de muitas mudanças, não somente na forma de se organizar as políticas que investem finaceiramente os recursos, mas de concepções que vão além das simples discussões que pairam nas salas de professores ou nos debates promovidos em estudos de pequenos grupos. Essas mudanças devem ser visualizadas de uma forma geral para as particulares.
Quero assim dizer que há especificidades que não podem deixar de ser consideradas para que a educação obtenha sucesso como ferramenta de uso pessoal, social e coletivo. Esclarecendo melhor, quando falamos em Educação, apontamos ao debate um tema abrangente, pois esta é o lugar de formação de habilidades, capacidades e competências para a vida humana dentro de um determinado contexto.
Se formos analisar por este ângulo e se colocarmos o nosso país e nossa sociedade como o espaço visualizado, percebemos que vivemos um contexto um tanto quanto complexo: uma sociedade carregada de conflitos e de problemas sociais, políticos e econômicos, mas também inserido no âmbito dos avanços científicos e tecnológicos e inegavelmente num espaço territorial rico, porém mal explorado e mal amado, falando politicamente.
É aí que a Educação da nossa nação torna-se complexa e digna de uma revisão/transformação radical. Até então, é lamentável mas é inegável, a concepção que mais parece continuar é de que educar se restringe à escola e que esta se restringe mais ainda, indicando um ensino mecânico, centrado em conteúdos que preparam apenas o mínimo das pessoas para a competitividade capitalista. Estamos esquecendo de formar o HOMEM PARA A VIDA, mesmo que este tenha sido tema de discussão constante.
Só para ilustrar minhas colocações questiono:
Como é que um professor de escola pública, na qual não podemos negar já estão presentes todas as ferramentas tecno-informáticas, mas estas não são usadas por ele (porque muitas vezes por não saber usar) para preparar os alunos ao uso mais adequado destas, incluindo-se a possibilidade de desenvolver habilidades de leitura e escrita, consideradas as principais competências para se viver nesse contexto complexo consegue atingir o objetivo de FORMAÇÃO HUMANA necessário à nossa sociedade?
Esta pergunta é intrigante e merece de muita atenção por todos nós professores. Precisamos encontrar uma resposta ou do contrário começarmos a aprender a dominar o uso da tecnologia na escola, porque se não for nesse espaço as crianças aprendem "errado" em casa mesmo.
Como fantoches o povo andava
se não fossem bravos os comunicadores
como cegos seríamos guiados
se nos faltassem as suas informações
como pálidos e enverdecidos cordões sociais
seriam as sociedades
se não soassem ao ar
as vozes fortes dos homens do povo
devem ser consideradas essas vozes
como sons que embalam a vida
devem ser guardadas e entoadas
pelos próprios homens que as espalham
devem ser respeitadas quando adequadas
devem ser caladas quando corrompidas
admiradas quando verdadeiras
e checadas quando duvidadas
Mas, principalmente...devem ser valorizadas,
pois emergem do meio dos pobres ou dos nobres
e chegam às ouças, às vezes, como a brisa suave
que embala o sono e acorda a noite escura
informam a luz e a escuridão
Mas não separam o homem da profunda emoção.
Enquanto sonhamos com o sol,
a lua, o mar, os beijos e o olhar
também vagamos pelas veredas de pedras
não traçamos a estrada, nem encontramos nada.
Somos calados e às vezes gritantes vozes
porque não achamos o amor, viramos algozes
selamos a sina, nos penduramos nas crinas
sem segurança nos vemos em nossos cavalos ferozes
São so descaminhos da vida que nos fazem perder-se
são as lutas e os sonhos frustrados, os brios fadados
que nos fazem enveredar chorando, descaminhar caminhando
embora sempre esteja Deus em nossa frente
o caminho mais certo mostrando.
O Capitão Carvalho tem trabalhado intensamente para trazer segurança à população do Apodi e regiões adjacentes. Tem prendido traficantes, atuado no combate ao crime e agora pede a opinião da população para implantar uma fiscalização maior no trânsito por meio de matéria, intitulada “TRÂNSITO” no blog da 3ª Companhia de Polícia Militar de Apodi. Ao visitar o blog, coisa que faço todos os dias, deparei-me com alguns comentários acerca do assunto e resolvi, a partir da leitura destes, expressar também a minha opinião e postá-la neste meu espaço. Vejam o que penso sobre o assunto:
Uma das frases mais escutadas nas ruas, esquinas, reuniões de amigos em bares ou até em conversas familiares é “No Brasil não exsite leis”. Às vezes fico escutando e analisando se realmente podemos pronunciar essa frase com tanta firmeza, assim como ela é pronunciada. O fato é que, mesmo sem estudado Direito, já tive a oportunidade de folhear (porque lê e decorar é impossível) os livros que registram as leis do nosso País: a Constituição Federal (CF), o Código Penal (CP), o Código Civil (CC), o Código de Processo Civil (CPC), o Código de Processo Penal (CPP). Além destes, também é possível enumerar as tantas outras leis que são sancionadas a cada área e tema espe´cifico, como é o caso do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), inúmeras outras leis que são identificadas pela numeração e, entre estas tambémestá o Código de Trânsito, que determina a habilitação adequada, a sinalização e as penas para quem não obedece aos seus dispositivos. Depois de observar essa dimensão tamanha de leis, chego à conlcusão de que a frase mencionada com toda a certeza é dita sem que se faça uma reflexão cuidadosa.
Na verdade, nós temos leis demais e estas não são cumpridas justamente por conta de, no momento da execução/aplicação de uma delas, os discursos e argumentos emdefesa disto ou daquilo, terem mais valor. Isso é tão óbvio que o brasileiro já ganhou tíutlos que deixam claramente essa caracteristica da nossa “pátria” implícita: “Eu sou brasileiro e não desisto nunca” (e aí vale qualquer luta por qualquer motivo), “O brasileiro tem sempre um jeitinho” (e como tem jeitos para burlar as leis, seja qual for o crime), e muitos outros indentificadores das artimanhas inventadas pelo brasileiro para se livrar da durezxa da lei, incluindo-se até mesmo os atos corruptivos de políticos pertencentes ao poder executivo, judiciário e legislativo. Ora, vejam só, no Brasil os que fazem as leis são so primeiros que as infringem, os que sancionam não fogem à regra e os que fazem cumprir (fato que ocorre em menor escala), também não ficam atrás (Quem não lembra do Juiz Nicolau e de alguns outros).
Diante de tal realidade, não há como negar que o povo brasileiro precisa de uma coisa que até hoje tem sido negada: A EDUCAÇÃO. Isto é o que precisamos, ser educados para valorizar o bem-estar da coletividade, sem olhar primeiramente para algo simplesmente material e que só ensorbebece cada vez mais o ser humano: a ambição capitalista instalada no mundo ocidental. A cada dia que passa, essa “sina de visão ganaciosa” toma conta das pessoas e vejam só, ela é usada como argumento para não se cumprir leis.
É isso que ocorre em Apodi, fato ocasionado pela falta de visão política e economica, de estratégia político-adminstrativa para implantar um sistema educacional que faça o povo compreeder que as leis não são feitas para casos isolados, que visem o bem individual deste ou daquele que quer vender ou comprar, correr ou andar, enriquecer um empobrecer, etc. mas para asseguar a tranquilidade de todos. Analisando bem as questões colocada em alguns comentários, podemos perceber claramente o discurso em defesa dos comerciantes. Será que essas pessoas não pensam que ao organizar o trânsito não se está visando acabar com comércio nenhum. Que conversa é essa de dizer que Apodi vai virar um caos porque vai obedecer às leis do trânsito? Isso chega a ser até engraçado, porque na minha concepção, o caos já exsite e é vivido exatamente no trânsito. Será que a pessoa que tem dinheiro para comprar uma moto do ano, não tem com que mantê-la regular e se habilitar para conduzi-la?
Na minha opinião, essa defesa é inválida. Isso não é argumento para a rejeição à lei e nem à vinda da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O Fato mais verídico nesta história é que as pessoas parecem sentir atração pelo que é ilegal. E sentem, verifique-se à Psicologia e também a Bíblia. Psicologicamente e especificamente no que tange ao trânsito: é bom ultrapassar em alta velocidade numa curva ou em qualquer outro estado perigoso porque assim demonstro que sou melhor do que os outros. Infelizmente, na maioria das vezes a única coisa que se consegue nesses casos é morrer e matar, aí demonstramos que somos cada vez mais iguais, com um fim pre-determinado que ninguém é capaz de mudar como é o caso da morte. E falando biblicamente, confirma-se o que a Psicologia diz: o pecado ilude o homem e ele se sente incapaz de enxergar.
Acho, sinceramente que em Apodi não poderia acontecer coisa melhor do que termos uma fiscalização assídua no trânsito. Os apodienses têm que agradecer a Deus, porque parece que foi ele quem nos enviou o Capítão Carvalho e colocou boa vontade em toda a sua equipe para trabalhar em prol da nossa segurança. Nunca, em tempo nenhum se ouviu falar de um profissional da polícia, seja ela Militar ou Civil, que tenha se colocado a serviço do povo, se precoupado em discutir junto à população sobre segurança como este cidadão que está à frente da nossa Companhia Militar. Sei, e acredito que junto comigo estejam outras pessoas que pensam no melhor para uma sociedade já tão sofrida quanto a nossa, que é viável sim, a vinda da PRF.
JOSÉ PAULINO DE MACÊDO, aprovado para Farmácia (O filho caçula do vereador Arnaldo Costa)
FRANCISCO CLITSON, aprovado para Medicina (Também estudou até o 9° ano na E.E. Sebastião Gomes de Oliveira, terminou o Ensino Médio no IFRN, tendo sido aprovado em 2005 no então processo seletivo denominado de PROCEFET)
Mais uma vez tenho a felicidade de registrar e compartilhar da alegria de meus ex-alunos quando estes conseguem ultrapassar uma das mais concorridas portas da vida: uma vaga para estudar numa universidade pública brasileira. Estou falando de dois jovens: José Paulino de Macêdo e Francisco Cliston. O primeiro foi aprovado para o curso de Farmácia e o outro para Medicina, ambos na UFRN. São dignos muitos elogios, primeiro pela deicação nos estudos, depois por terem tido muita dedicação já ambos completaram seus estudos em escola pública. Mais uma vez a Escola Estadual Sebastião Gomes de Oliveira da comunidade de Melancias está de PARABÉNS.
Meu Deus até pára o ano para outro ano entrar
pessoas se abraçam e choram, apertam mãos e se tocam,
trocam presentes, se beijam, falam palavras bonitas...
Tudo isso é tradição antes do ano chegar
Parece até que a vida neste momento bonito
pára um pouco, cessa a respiração,
toca-se uma canção para o ano novo começar.
Bom seria se parássemos também
para pensar no pensar, no fazer e no viver
Parar seria legal, não somente para a fala,
o abraço, o carinho, o beijinho bem-querer
garanto que o sonho de Deus seria bem saciado
se no coração do homem o amor fosse plantado,
crescido e reproduzido com carinho e cuidado.
Seria legal fazer o ano todo acontecer
com fogos estrelas e luzes que brilhassem toda vida
que não se apagassem logo no início da partida
do velho ano que vai e do novo ano que fica.
Culturalmente, em nosso país e em muitos outros espalhados nos cinco continentes do Globo Terrestre podemos observar que nesta época do ano tudo se volta para o tão sonhado Espírito Natalino. Segundo a filosofia disseminada em todos os cantos e recantos, esse espírito é carregado de sentimentos que enaltecem a vida humana, isto é, que enobrecem os corações: solidariedade, amor, paz, generosidade, e, principalmente a alegoria secular do Papai Noel. É assim que se celebra o Natal.
É interessante que, a cada dia que passa o real sentido do Natal se disvirtua tanto e não se percebe o marco histórico que criou, fez surgir a ideia de se vivenciar o período natalino que foi o nascimento de Jesus Cristo. Aliás, a palavra Natal, etimologicamente tem sentido de nascimento, no caso deste fato, o nascimento de Jesus, que foi enviado com um objetivo definido por Deus: "Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho Unigénito, o Senhor Jesus Cristo, para que todo aquele que nele crê, não se perca, mas tenha a vida eterna" (João 3:16).
Como vemos, o Natal é realmente tempo de celebrar o aniversário desta dádiva de Deus para nós seres humanos: Jesus Cristo, o salvador e não para se vivenciar um contexto que tem se transformado exageradamente em campanhas publicitárias envolvendo somente símbolos, luzes e personagens que deixam evidente o desprezo do sentido real natalino para a vivência de outros propósitos: a compra de presentes, a exuberância da imagem do Papai Noel, das luzes, dos presentes que são comprados, distribuídos para crianças de forma a encobrir as reais necessidades que o povo tem de Deus e de respeito político e social.
Não discordo da celebração do Natal, acho isso fundamental para a cultura cristã, porém é preciso apresentar ao povo o verdadeiro aniversariante que é Jesus Cristo e não o Papai Noel. Sem este podemos celebrar o Natal verdadeiro e assim ser bem mais fácil vivenciar a paz aos homens de boa vontade, como foi anunciado aos Reis Magos por ocasião do nascimento de Jesus Cristo.